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A primeira farmácia , na atual zona central de Pelotas, foi a Farmácia Caridade (1849). Estava localizada na esquina das ruas Marechal Floriano e Deodoro, junto as instalações da antiga Santa Casa de Misericórdia. Em 1860, na mesma esquina, em sentido diagonal, surge a farmácia Romano. Em 1870, é fundada a Farmácia Sequeira, produtora do famoso “Pó Pelotense” e do “Peitoral Angico Pelotense”. Em 1884, é criado o primeiro laboratório farmacêutico de Pelotas, o Laboratório Souza Soares, mediante a autorização do Imperador Dom Pedro II. Logo após surgem outros laboratórios importantes como o Galenogal, Leivas Leite, Khautz, Neisserina. Grandes farmácias como a Arruda, Avenida, Boyunga, Coelho, Confiança, Cortelari, Gurvitz, Popular, Salengue, Unicum, e Torres, surgem no início do século XX.

 
 
 
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Entre os anos 1950 e 1960 ocorrem importantes mudanças no mercado de medicamentos devido aos desenvolvimentos fundamentais em ciências biológicas, às conquistas tecnológicas e econômicas após a Segunda Guerra Mundial.
Desde a década de 70, a promoção comercial (marketing farmacêutico), é um dos fatores que influencia muito a prescrição de medicamentos e seu consumo, devido à existência de várias opções farmacêuticas para um mesmo fim. Torna-se elemento essencial para diferenciação entre os produtos.
 
 
 
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A palavra cosmético, em grego Kosmetikós, significa “o que serve para ornamentar (enfeitar). Na pré-história os homens já pintavam e tatuavam seus corpos para festas ou guerra. Os primeiros registros de larga utilização de cosméticos e perfumes datam do Egito antigo e Índia . Os romanos e os gregos também faziam vasto uso de cosméticos. Utilizavam o carvão para escurecer as pálpebras, e os cílios, o giz para clarear a pele e o vegetal henna para tingir os cabelos. A produção de cosméticos era caseira, artesanal. O esplendor da cosmética e da perfumaria, na Europa, ocorreu na Renascença. Nesta época, Paris tornou-se a referência mundial em fragrâncias. Os perfumes surgiram, originalmente, para mascarar a falta de higiene e os odores corporais. Franceses e árabes destacaram-se na sua elaboração e produção. Jean Marie Farina, estabelecido em Colonia (1725), foi o grande nome da perfumaria no século XVIII e o criador da “ água de colônia”. No início do século XX, os cosméticos passaram a ser produzidos industrialmente. Em 1902, a polonesa Helena Rubinstein, radicada nos Estados Unidos, criou a primeira linha importante de cosméticos industriais, logo seguida por sua concorrente, Elizabeth Arden. Charles Revlon cria, nesta época, o esmalte de unha. Max Factor, inicialmente produtor de maquiagem para teatro, logo percebeu novos mercados para seu produto. A Avon surgiu, também nesta época. Seus perfumes, eram inicialmente vendidos juntamente com bíblias, de porta em porta.
 
 
 
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Desde a Antiguidade são utilizados equipamentos para extração de princípios ativos dos vegetais, auxiliando a produção dos medicamentos. Com o surgimento da moderna indústria química, na segunda metade do século XX, a produção de medicamentos aumentou significativamente, com o surgimento de novos equipamentos , com grande capacidade de produção. As primeiras máquinas de comprimidos produziam cerca de 100 comprimidos por hora. Em 1950, as máquinas automáticas já produziam 2.000 comprimidos por hora. As modernas rotativas, hoje utilizadas, produzem 300.000 comprimidos por hora.